Site sobre Livro-álbum em língua estrangeira: Picturebooks in ELT

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Sabe aquele momento em que você precisa escolher um livro ou tem dúvidas sobre qual material escolher?

Este site que indicaremos é feito para você: Picturebooks in ELT. 

A autora fala um pouco sobre os livros e ilustrações, fala também sobre como utilizar os livros em língua estrangeira.

Vale a pena acessar e ler com calma os posts feitos por ela.

Para acessar: http://picturebooksinelt.blogspot.com.br/2011/06/recommendation-2-smartest-giant-in-town.html.

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Por Aí: 56 Examples of Formative Assessment Activities

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Poucos são os professores e as instituições que realmente trabalham com avaliação formativa. Não estamos aqui para julgar. Sabemos o quanto pode ser difícil por muitas questões.
Mas que tal usar algumas atividades ao longo do semestre para ser um termômetro para você e seus alunos? Algumas estratégias podem ser adotadas para que se tenha uma mapa de como nossos alunos estão e o que já conseguem produzir sozinhos.
O Edutopia publicou hoje 56 exemplos de como podemos verificar se os alunos estão onde gostaríamos e precisaríamos que tivessem.
Que tal conferir e anotar alguns?
Acesse: http://www.edutopia.org/groups/assessment/250941?utm_source=facebook&utm_medium=post&utm_campaign=community-formative-assessment-list-repost2

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Por Aí: How Storytelling Inspires Children to Learn English

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Já deve ter dado para perceber que o Made for Teachers defende storytelling como ferramenta para ensinar inglês para crianças. Sempre publicamos sugestões de livros e artigos que falam sobre como a contação de histórias auxilia no ensino/ aprendizagem de uma segunda língua.
Se você ainda não se convenceu de que esta estratégia é extremamente poderosa, leia mais um artigo que defende e exemplifica como é possível contar histórias nas aulas de inglês.

Este artigo começa dizendo como a mudança da postura do professor na hora de contar histórias acaba contribuindo para a aula (falar mais devagar, usar outra entonação, pedir para que os alunos repitam palavras ou frases, humor)

O texto fala também sobre técnicas que podemos usar para contar histórias.

Vale muito a pena a leitura:

http://www.edutopia.org/blog/storytelling-inspires-children-learn-english-matthew-friday?utm_source=facebook&utm_medium=post&utm_campaign=blog-storytelling-inspires-children-link

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Por Aí: How to Help Children to Speak in English with Confidence

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O blog da British Council publicou ideias de como fazer crianças falarem em inglês como mais confiança. Muitas estratégias já foram compartilhadas aqui no Made for Teachers. Algumas delas são: jogos, histórias, vídeos e por fim, aplicativos que incentivam o uso da língua.
Dá uma olhadinha no site para conferir a matéria na íntegra: http://blog.britishcouncil.org/2014/11/17/how-to-help-children-speak-english-with-confidence/

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Photo: British Council

Por aí – Reading Skills : Detective Book Club

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Está cansado de usar sempre as mesmas estratégias para trabalhar Reading? Que tal montar um Book Club só para Detectives? Claro que esses detetives terão que procurar no texto informações preciosas para o clube.
A ideia é bem original. O material tem até lupa para os alunos entrarem no clima.
Aproveitem que por enquanto é possível baixar o material gratuitamente:

http://www.teacherspayteachers.com/Product/Text-Detectives-ONLY-Book-Club-Second-Grade-1265423

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Por Aí: Nursery rhymes from all over the world – a gallery to share with children

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Já pensou se desse para reunir Nursery Rhymes do mundo inteiro com ilustrações maravilhosas em um mesmo lugar?
O jornal The Guardian mostrou que é possível. Foi lançado o livro Over the hills and Far away com nursery rhymes do mundo inteiro ilustrados por 77 artistas.

Acesse: http://www.theguardian.com/childrens-books-site/gallery/2014/oct/13/culturally-diverse-nursery-rhymes-gallery?CMP=fb_gu

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Source: The Guardian

Por Aí: Making Language Come Alive

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Muito já se foi dito e discutido sobre a importância da contação de histórias.
O que difere este artigo da Judi Pack dos outros é o fato dela enunciar quais as vantagens desta estratégia no período de alfabetização.
Ela exemplifica muito bem como o aluno pode se encantar com as histórias que ele mesmo conta e como a escrita coletiva facilita a apropriação da palavra proferida pelo próprio aluno.
Também aponta os benefícios para os alunos, pais e professores do uso desta técnica. E como se não bastasse, nos mostra as vantagens sociais da contação de histórias.
Se você ainda não se convenceu de que este pode ser um instrumento muito útil na aquisição de uma segunda língua, dê uma conferida no artigo na íntegra.

Ainda que brevemente, ela também menciona o uso do storytelling na aquisição de uma segunda língua.

http://www.communityplaythings.com/resources/articles/2014/making-language-come-alive

Story Time

Por Aí: Ser bilíngue faz bem ao cérebro e previne demências, diz pesquisadora

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Matéria com Ellen Bialystok publicada no Globo.
Recentemente, a pesquisadora este no Brasil para o BIA 2014.

Ser bilíngue faz bem ao cérebro e previne demências, diz pesquisadora

Ellen Bialystok, cientista do Canadá, estuda os efeitos do bilinguismo.
Para ela, há muitas razões para promover o bilinguismo entre crianças.

Mariana LenharoDo G1, em São Paulo

A psicóloga Ellen Bialystok, professora da Universidade de York, no Canadá, descobriu, em uma série de pesquisas, que as pessoas bilíngues têm vantagens cognitivas em comparação aos monolíngues. De acordo com a pesquisadora, quem fala duas línguas em seu cotidiano tem mais facilidade de focar sua atenção naquilo que é relevante, ignorando as distrações.

Além disso, o bilinguismo pode retardar o aparecimento de demências, segundo estudos conduzidos por ela. A cientista esteve no Brasil na semana passada para participar do evento “Bilingual Institute for Advancements”, organizado pela Escola Cidade Jardim/Play Pen, de São Paulo, quando conversou com o G1.

O que é diferente no cérebro de um bilíngue?
A razão pela qual os cérebros bilíngues são diferentes é que, para um bilíngue, as duas línguas estão sempre ativas. Não há revezamento entre as línguas. Então se você está falando em inglês comigo agora, o português continua totalmente ativo e disponível.

Potencialmente, esse é um problema. Se você tem duas possibilidades ativas sobre como dizer as coisas e como entender as coisas, esperaríamos muita confusão e muitas intrusões em que você escolheria a palavra da língua errada. Mas isso não acontece na prática. Por que?

O que a maioria dos pesquisadores acredita ser a explicação é que há um sistema no cérebro cujo trabalho é controlar e gerenciar a atenção quando há competição, quando duas coisas estão ativas e você tem que escolher uma e ignorar a outra. Este é o chamado sistema de controle executivo, e ele fica na parte da frente do cérebro.

Cérebro (Foto: Reprodução/Globo Repórter)Cérebro (Foto: Reprodução/Globo Repórter)

É um sistema muito importante: é o último sistema a se desenvolver na infância e o primeiro a declinar com o envelhecimento. É a base da atenção e da realização de tarefas simultâneas.

A ideia é que bilíngues, que sempre têm as duas línguas ativas, conseguem gerenciar essa competição e evitar potenciais intrusões e confusões ao usar o sistema de controle executivo.

O que você tem é uma situação em que os bilíngues estão usando esse sistema o tempo inteiro, muito mais do que os monolíngues. Então esse sistema muda, torna-se mais eficiente e torna-se mais forte.

Quem pode ser considerado bilíngue?
O bilinguismo não é uma distinção categórica. A questão nas pesquisas não é encontrar diferenças entre bilíngues absolutamente e totalmente proficientes e aqueles completamente monolíngues.

Em vez disso, ver que tipo de experiência bilíngue é associada com a emergência de diferentes tipos de mudanças. Em alguns casos, um pouco de experiência bilíngue é suficiente. Em outros, muito mais é necessário. Mas em geral, a regra é fácil: quanto mais, melhor.

A origem das diferenças dos bilíngues é a experiência de recrutar o sistema de controle executivo para o processamento de língua comum. Quanto mais tempo de experiência você tiver, mais eficiente vai ser.

Então as conclusões se aplicam a pessoas que simplesmente aprendem uma segunda língua?
Não muito. Para muitas coisas, você precisa de uma experiência bilíngue muito maior para que essa diferença possa ficar clara.

Temos um estudo em que dividimos adultos entre aqueles realmente bilíngues, aqueles intermediários, até os monolíngues. Demos a eles algumas tarefas sutis. Quando comparamos os realmente bilíngues com os realmente monolíngues, vemos esse efeitos. Bilíngues fazem as tarefas melhor e seus cérebros são mais eficientes. Mas se você olhar nos intermediários, eles não são muito melhores do que os monolíngues.

Nos estudos com crianças, como as crianças estão desenvolvendo essas habilidades, é mais fácil distinguir padrões mais sutis. Então, para crianças, mesmo pequenos aumentos da experiência bilíngue estão associados com uma melhor performance.

Por que decidiu estudar os efeitos do bilinguismo na demência?
Em 2004, publicamos nosso primeiro estudo com adultos mostrando os efeitos do bilinguismo. Até então, esses resultados eram relatados em crianças. Chamou muito a atenção da mídia e acho que falei com cerca de 300 jornalistas. Cada um deles, sem exceção, perguntou: “O que isso significaria para demência?”. Eu dizia: “Não sei, não estudamos a demência”. Expliquei que só selecionamos adultos saudáveis.

Mas eu pensei: se 300 jornalistas pensam que essa é uma pergunta interessante, deve ser uma pergunta interessante. Não tínhamos nenhuma evidência de que o bilinguismo teria algum efeito na memória ou na função do lobo temporal médio, afetado pela demência. Mas fizemos o estudo de qualquer maneira.

Crianças começam a aprender outro idioma cada vez mais cedo (Foto: Reprodução/TV Integração)Crianças começam a aprender outro idioma cada
vez mais cedo (Foto: Reprodução/TV Integração)

Para nosso ligeiro espanto, descobrimos que, entre os bilíngues, a demência era diagnosticada em média 4,5 anos depois do que nos monolíngues. A razão não é clara, mas a resposta deve ter algo a ver com o fato de os bilíngues usarem a função frontal aprimorada do cérebro como compensação, quando declina a função medial.

Há desvantagens em ser bilíngue?
Há várias coisas que os bilíngues fazem pior do que os monolíngues. Ironicamente, todas são coisas de linguagem. Bilíngues têm um vocabulário menor em cada língua, têm um processo de recuperação de palavras mais lento e que envolve mais esforço. É mais difícil lembrar das palavras para eles. O processamento da língua parece envolver mais esforço.

Essas vantagens cognitivas dos bilíngues seriam suficientes para justificar matricular uma criança em uma escola bilíngue?
Há muitas razões para promover o bilinguismo em crianças. Uma delas é porque nossa pesquisa mostra que é muito bom para a cognição e o desenvolvimento. Essa é uma razão, mas há ainda mais razões para criar crianças com oportunidades bilíngues que são baseadas em resultados sociais, educacionais e ocupacionais.

Aprender outras línguas, além do que faz com o céu cérebro e com a função executiva, é bom porque alarga o horizonte das crianças. No caso de famílias que tem história de imigrantes, conecta as crianças com seu passado, permite que eles conversem com os avós. É bom para as crianças de muitas formas, e eu diria que, de todas as razões para apresentar as crianças oportunidades bilíngues em educação, os argumentos de cognição que estou dando são os menos importantes.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/ser-bilingue-faz-bem-ao-cerebro-e-previne-demencias-diz-pesquisadora.html

Por aí: What happens in the brain when you learn a language?

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Nesta última quinta-feira, o jornal inglês The Guardian publicou uma matéria que fala sobre a pesquisa que tem sido feita por neurocientistas que avaliam o que acontece com o cérebro quando se aprende uma segunda língua.
A pesquisa identificou o crescimento na região cerebral conhecida como hipocampo. Embora a pesquisa não seja conclusiva e os benefícios ainda não sejam claros, o desenvolvimento desta região do cérebro por meio da aprendizagem de outra língua parece promissor.
Esta pesquisa pode eventualmente representar um avanço no uso da tecnologia para a aprendizagem de uma segunda língua. Leia a matéria na íntegra para entender como:

What happens in the brain when you learn a language?

Scans and neuroscience are helping scientists understand what happens to the brain when you learn a second language
Alison Mackey theguardian.com
scientist performing brain experiment
(Kara Morgan-Short using electrophysiology to examine the inner workings of the brain during language learning. Photograph: Yara Mekawi/University of Illinois)

Learning a foreign language can increase the size of your brain. This is what Swedish scientists discovered when they used brain scans to monitor what happens when someone learns a second language. The study is part of a growing body of research using brain imaging technologies to better understand the cognitive benefits of language learning. Tools like magnetic resonance imaging (MRI) and electrophysiology, among others, can now tell us not only whether we need knee surgery or have irregularities with our heartbeat, but reveal what is happening in our brains when we hear, understand and produce second languages.

The Swedish MRI study showed that learning a foreign language has a visible effect on the brain. Young adult military recruits with a flair for languages learned Arabic, Russian or Dari intensively, while a control group of medical and cognitive science students also studied hard, but not at languages. MRI scans showed specific parts of the brains of the language students developed in size whereas the brain structures of the control group remained unchanged. Equally interesting was that learners whose brains grew in the hippocampus and areas of the cerebral cortex related to language learning had better language skills than other learners for whom the motor region of the cerebral cortex developed more.

In other words, the areas of the brain that grew were linked to how easy the learners found languages, and brain development varied according to performance. As the researchers noted, while it is not completely clear what changes after three months of intensive language study mean for the long term, brain growth sounds promising.

Looking at functional MRI brain scans can also tell us what parts of the brain are active during a specific learning task. For example, we can see why adult native speakers of a language like Japanese cannot easily hear the difference between the English “r” and “l” sounds (making it difficult for them to distinguish “river” and “liver” for example). Unlike English, Japanese does not distinguish between “r” and “l” as distinct sounds. Instead, a single sound unit (known as a phoneme) represents both sounds.

When presented with English words containing either of these sounds, brain imaging studies show that only a single region of a Japanese speaker’s brain is activated, whereas in English speakers, two different areas of activation show up, one for each unique sound.

For Japanese speakers, learning to hear and produce the differences between the two phonemes in English requires a rewiring of certain elements of the brain’s circuitry. What can be done? How can we learn these distinctions?

Early language studies based on brain research have shown that Japanese speakers can learn to hear and produce the difference in “r” and “l” by using a software program that greatly exaggerates the aspects of each sound that make it different from the other. When the sounds were modified and extended by the software, participants were more easily able to hear the difference between the sounds. In one study, after only three 20-minute sessions (just a single hour’s worth), the volunteers learned to successfully distinguish the sounds, even when the sounds were presented as part of normal speech.

This sort of research might eventually lead to advances in the use of technology for second-language learning. For example, using ultrasound machines like the ones used to show expectant parents the features and movements of their babies in the womb, researchers in articulatory phonetics have been able to explain to language learners how to make sounds by showing them visual images of how their tongue, lips, and jaw should move with their airstream mechanisms and the rise and fall of the soft palate to make these sounds.

Ian Wilson, a researcher working in Japan, has produced some early reports of studies of these technologies that are encouraging. Of course, researchers aren’t suggesting that ultrasound equipment be included as part of regular language learning classrooms, but savvy software engineers are beginning to come up with ways to capitalise on this new knowledge by incorporating imaging into cutting edge language learning apps.

Kara Morgan-Short, a professor at the University of Illinois at Chicago, uses electrophysiology to examine the inner workings of the brain. She and her colleagues taught second-language learners to speak an artificial language – a miniature language constructed by linguists to test claims about language learnability in a controlled way.

In their experiment, one group of volunteers learned through explanations of the rules of the language, while a second group learned by being immersed in the language, similar to how we all learn our native languages. While all of their participants learned, it was the immersed learners whose brain processes were most like those of native speakers. Interestingly, up to six months later, when they could not have received any more exposure to the language at home because the language was artificial, these learners still performed well on tests, and their brain processes had become even more native-like.

In a follow-up study, Morgan-Short and her colleagues showed that the learners who demonstrated particular talents at picking up sequences and patterns learned grammar particularly well through immersion. Morgan-Short said: “This brain-based research tells us not only that some adults can learn through immersion, like children, but might enable us to match individual adult learners with the optimal learning contexts for them.”

Brain imaging research may eventually help us tailor language learning methods to our cognitive abilities, telling us whether we learn best from formal instruction that highlights rules, immersing ourselves in the sounds of a language, or perhaps one followed by the other.

However we learn, this recent brain-based research provides good news. We know that people who speak more than one language fluently have better memories and are more cognitively creative and mentally flexible than monolinguals. Canadian studies suggest that Alzheimer’s disease and the onset of dementia are diagnosed later for bilinguals than for monolinguals, meaning that knowing a second language can help us to stay cognitively healthy well into our later years.

Even more encouraging is that bilingual benefits still hold for those of us who do not learn our second languages as children. Edinburgh University researchers point out that “millions of people across the world acquire their second language later in life: in school, university, or work, or through migration or marriage.” Their results, with 853 participants, clearly show that knowing another language is advantageous, regardless of when you learn it.

Alison Mackey is professor of linguistics at Georgetown University and Lancaster University.

 

SOURCE: http://www.theguardian.com/education/2014/sep/04/what-happens-to-the-brain-language-learning?CMP=fb_gu

Por aí: Bilingualism is good for learning

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Mais um artigo que aponta os benefícios de se aprender uma segunda língua. Um dos pontos importantes do artigo é quando ele ressalta a importância do papel dos pais e do professor neste processo e também quando ressalta que muitos países do mundo são bilingues e que apesar disso, ainda há muito preconceito e dúvidas a respeito de ensinar ou não um novo idioma desde cedo para as crianças.

Bilingualism is good for learning

PUBLISHED – OCT 04 2011

Cambridge University researchers are spreading the message that bilingualism is good for learning, rather than a hindrance as sometimes perceived.

 

The mental gymnastics needed to constantly manage two or more linguistic systems increases cognitive flexibility and makes learning easier.

Dora Alexopoulou

Research shows that children who speak more than one language are multiply advantaged over their monolingual playmates – in communication, cognition and social interaction. Yet, a perception among some parents and teachers is that growing up multilingual is not only fraught with challenges but may even be a risk to educational development, say researchers Drs Dora Alexopoulou, Napoleon Katsos and Teresa Parodi of the Department of Theoretical and Applied Linguistics.

Aiming to dispel such misconceptions and champion the benefits of bilingualism, the three linguists have launched an outreach initiative, the ‘Cambridge Bilingualism Network’, aimed at parents, teachers and policy-makers, and will be hosting a workshop on 22 October at the University of Cambridge Festival of Ideas (www.cam.ac.uk/festivalofideas/).

“There’s a huge body of research on bilingualism, much of which is quite technical,” explained Dr Katsos. “We hope to raise awareness of the benefits of bilingualism among stakeholder groups by creating access to this state-of-the-art research and by facilitating contact between the community and our network of specialists at the University.”

One aspect of such research shows that bilingual children ‘notice’ better how language works and outperform monolingual children in tasks linked to language awareness, such as distinguishing whether a sentence is grammatically well-formed from whether it is truthful.

But the benefits go even further, as Dr Alexopoulou explained: “Studies show that a bilingual child is better able to cope with tasks that involve attention, memory and concentration. The mental gymnastics needed to constantly manage two or more linguistic systems increases cognitive flexibility and makes learning easier.”

The advantages of bilingualism hold independently of whether the language in question is spoken by many speakers or is what is commonly viewed as being a ‘useful’ language, observes Dr Parodi. “It’s important to balance this perception of ‘usefulness of a language’ by increasing awareness of the advantages of bilingualism, or the child risks losing their additional  language.”

“Moreover, lack of awareness about bilingualism may lead to schools incorrectly diagnosing, or failing to diagnose actual learning difficulties if a phase of linguistic difficulty is observed”, she added. “Typically, if the problem shows in both languages this will point to a learning difficulty, but not if it only shows in one of them.”

Recent research carried out by Dr Katsos is aimed towards identifying a method to distinguish between a child showing a typical delay and a child with an underlying learning problem.

In collaboration with colleagues in Poland and with funding from the British Academy, he discovered that bilingual children are very good at understanding concepts that hold for all languages, such as the meaning of somemost and all, but may take longer to master those parts of grammar that are specific for one language and not the other one.

“A child with temporary delay may score well in the former but less so in the latter test, whereas a child with learning difficulties is likely to score low in both,” he explained. With the help of a Social Entrepreneurship Catalyst Award from HEFCE and UnLimited, Dr Katsos is now turning the research into an off-the-shelf language assessment tool.

Research in the field has also shown that raising and educating children to be bilingual doesn’t happen simply because two different languages are spoken at home, but instead requires continued input on the part of parents. The commitment of teachers and parents is therefore vital.

Through conversations with teachers and parents, the team is also pinpointing where further study is needed, and this is being fed back into the academics’ own research. In particular, the linguists have realised that comparatively few studies have focused on those children who move to a different country and begin learning a second language at primary school age.

The researchers are now extending their outreach activities to a greater number of schools in collaboration with Cambridgeshire County Council’s Cambridgeshire Race Equality and Diversity Service (CREDS) and in partnership with several schools.

Arbury Primary School in Cambridge is one the Network’s recent partners.  Kathy Whiting, a teacher at Arbury and County leading Teacher for English as an Additional Language said: “The Cambridge Bilingualism Network events are inspiring and thought-provoking. Parents and teachers appreciate the scientific exposition of the benefits of bilingualism. They also welcome the opportunity to air the, often implicit, concerns and aspirations. We are delighted that this partnership between the University and our school has lead parents and teachers to higher levels of awareness and engagement with bilingualism.”

“Although bilingualism is perfectly normal in many places in the world, it is comparatively new in the English-speaking world,” added Dr Alexopoulou. “The problem with an education system set up with assumptions of monolingualism is there is a risk that children may miss out on the significant benefits conferred by maintaining their bilingualism.”

The ‘Cambridge Bilingualism Network’ involves researchers from several departments of the University who specialise on different aspects of learning more than one language. For instance, Professor Usha Goswami at the Department of Experimental Psychology focuses on reading and the brain, and Drs Edith Esch and Linda Fisher in the Faculty of Education focus on bilingualism in the family and the classroom. As such, the ‘Cambridge Bilingualism Network’ extends a warm invitation to all Cambridge researchers working on language who wish to contribute towards breaking the barriers between academia and social practice.

 

SOURCE: http://www.cam.ac.uk/research/news/bilingualism-is-good-for-learning

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Credit: iStockphoto.com/Marcela Barsse